Em uma tarde escura o pássaro piou. A amoreira sorriu com seus galhos envoltos pelo vento como escudo protetor. A amora madura com ela só, piscou. O pássaro comeu. A pequena semente virou adubo e novamente germinou.

Em um lindo dia da primevera, o filhote daquele mesmo pássaro esteve na mesma amoreira, e o vento novamente cantou. E o ciclo se seguiu.

O tataraneto daquele pássaro que descobriu a amoreira, hoje, teve restos de pão na refeição.

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