Hoje aprendi mais um pouco sobre o ego.
Pela manhã cumpro um ritual quase sagrado: o de abordar as mulheres que empurram folhas com a mangueira, na calçada. Normalmente sou paciente, explico a crise da água e aponto alternativas como a utilização da vassoura e balde. Dessa vez meu ego me pegou e senti muita raiva daquelas pessoas que responderam com agressividade minha solicitação. Errei. A única coisa que consegui foi a antipatia das duas. Me deu vontade de desistir e me perguntei porque ainda fazia aquilo...
Durante a tarde, estivemos em uma escola do ensino médio para apresentação de sketches sobre Desenvolvimento Sustentável. Foi minha estréia como "autora". Uma felicidade imensa quando uma jovem traduziu perfeitamente em palavras o que queríamos dizer com aquela cena cheia de signos. Isso logo após ter saído de uma sala ainda com dúvidas sobre a clareza da cena... fiquei grata.
Depois, passei muito tempo pesquisando sobre a tecnologia que construiu um motor movido a "Energia Escalar", contrariando todas as leis da física de Newton e Einstein (www.stop.org.br). Novamente uma esperança imensa me invadiu... é nossa chance de salvar a humanidade, bem aqui, no nosso Brasil.
No fim do dia, uma tristeza melancólica passou por mim. Pensei em amigos com quem não consigo mais dialogar, gente do bem, talentosa... mas inflexíveis.
Agora, sinto que a vida é assim mesmo: uma gangorra. Mas não vou pular dela não, nunca.
Eu acredito.
"Pessoas que tentam fazer alguma coisa e erram são infinitamente mais valorosas do que as que acertam sem tentar fazer nada." Acho que tem um erro aí: todas as pessoas são infinitamente valorosas, nossos egos não são. Nem um pouco.
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